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23 de outubro de 2023
Você já observou aquele funcionário que, depois do almoço, parece lutar contra o sono para se manter acordado na mesa de trabalho? Ou aquele colaborador que passa a tarde olhando para a tela, mas sem realmente produzir nada? Ele está fisicamente presente, mas mentalmente distante.
Esse fenômeno tem nome: presenteísmo. Diferente do absenteísmo (quando o funcionário falta), no presenteísmo o colaborador vai até a empresa, mas sua produtividade cai drasticamente. O corpo está ali, mas a mente não acompanha.
O presenteísmo custa bilhões às empresas todos os anos em perda de produtividade, aumento de erros, retrabalho e desgaste emocional. E, entre as várias causas, a rotina alimentar e de autocuidado tem um papel central.
De acordo com dados de consultorias de saúde corporativa, o presenteísmo pode custar até 3 vezes mais do que o absenteísmo. Isso porque, ao permanecer no trabalho sem energia, foco ou disposição, o funcionário:
O resultado? Produtividade em queda, equipe desmotivada e maior risco de afastamentos médicos.
Imagine a rotina de um funcionário comum:
Esse é o retrato do presenteísmo silencioso: uma rotina que drena energia e compromete o desempenho profissional.
Um dos primeiros fatores ligados ao presenteísmo é a má qualidade do sono.
Quando o colaborador não organiza sua rotina para descansar, o cérebro não se recupera como deveria. A consequência é falta de foco, irritabilidade, esquecimento e baixa motivação.
E qual costuma ser a solução encontrada? Mais café.
O problema é que o excesso de cafeína aumenta a ansiedade, atrapalha ainda mais o sono e mantém o ciclo vicioso.
Outro ponto crucial é o almoço calórico e de baixa qualidade nutricional.
Quando a refeição é composta por alimentos gordurosos e pesados, como massas com queijo, frituras e sobremesas açucaradas, dois problemas surgem:
No curto prazo, o resultado é sonolência e queda de rendimento. No médio e longo prazo, aparecem consequências como ganho de peso, desequilíbrios metabólicos e aumento do risco de doenças crônicas.
O comer emocional no ambiente de trabalho
À tarde ou no fim do dia, é comum surgir o comer emocional.
Depois de um expediente estressante, o funcionário busca em chocolates, salgadinhos ou fast-food uma forma de aliviar tensões. Essa válvula de escape, no entanto, gera ainda mais cansaço e culpa, além de reforçar o ciclo do presenteísmo.
O que parece ser apenas “fome” é, na verdade, uma tentativa de regular emoções com a comida. E sem ferramentas adequadas, o colaborador se perde nesse padrão.
O presenteísmo não é apenas um problema individual. Ele gera impacto direto nos resultados da organização:
Ou seja: ignorar o presenteísmo custa caro — financeiramente e culturalmente.
A boa notícia é que mudanças simples podem quebrar esse ciclo. E aqui a nutrição comportamental tem um papel estratégico dentro das empresas.
Ensinar colaboradores a fazer refeições com atenção plena ajuda a reduzir o comer automático e a sonolência pós-almoço.
Oferecer informação sobre escolhas equilibradas, sem culpa ou radicalismos, aumenta o engajamento.
Ferramentas práticas de autorregulação ajudam funcionários a lidar com estresse sem recorrer à comida.
Orientações sobre café, telas e rotina noturna impactam diretamente no descanso e, por consequência, na produtividade.
Formatos interativos trazem reflexões e práticas aplicáveis no dia a dia, criando uma cultura de bem-estar sustentável.
O presenteísmo não é apenas um problema de “falta de esforço” do funcionário. Ele é fruto de uma rotina que mistura sono ruim, má alimentação, estresse e falta de autocuidado.
Para as empresas, ignorar esse cenário significa perder produtividade, engajamento e até talentos. Para os colaboradores, significa viver cansados, sem energia e presos a um ciclo de baixa performance.
Mas existe solução: investir em saúde e bem-estar de forma realista, acolhedora e aplicável.
Se a sua empresa deseja reduzir o presenteísmo, aumentar a produtividade e promover o bem-estar dos colaboradores, eu posso ajudar.
Levo palestras e workshops de alimentação consciente e nutrição comportamental que trazem leveza, reflexão e resultados práticos para equipes.
Entre em contato e vamos juntos transformar a rotina alimentar dos seus colaboradores em um aliado da produtividade e da saúde corporativa.
Contato
Espero ter exposto de forma clara o que tenho a lhe oferecer, caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato comigo. Terei o maior prazer em lhe atender.
Nutricionista Joseane Bessa
CRN 3 51561
E-mail: unrtjisobiseas@gamli.cmo
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