A minha história com a comida começa com os meus pais. A minha mãe se chama Edite e é uma mulher baiana que saiu da Bahia na procura de algo melhor.

O meu padrasto é mineiro e saiu de Minas Gerais ainda jovem a procura de algo melhor em São Paulo.

Mas mesmo eles estando longe do local de origem, algo nunca abandou eles que foi a cultura alimentar.

Meus pais cresceram numa época que comida na mesa era algo muito incerto, por isso cresci rodeada da mensagem que comida na mesa é sinal de que as coisas vão bem.

Os meus alimentos de infância são: pudim que minha mãe sempre fazia aos sábados quando chegava do trabalho, bacalhau com azeite de dendê que era típico do almoço da Sexta-feira Santa, frango caipira e purê para o almoço de domingo, feijão tropeiro e torresmo, doce de leite sempre que alguém vinha de Minas Gerais, sem falar do biscoito de polvilho e o queijo, couve nas preparações do dia a dia. Arroz, feijão, ovo e chuchu que era algo que meu padrasto sempre cozinhava.

Mais influência baiana e mineira do que isso impossível (risos).

Mas aos 15 anos me dei conta que a relação de liberdade e felicidade que havia construído com a comida não era a mesma para todo mundo. Foi vendo um vídeo num curso profissionalizante, sobre anorexia e cirurgia bariátrica que percebi o quanto a relação com a comida poderia ser bem desafiadora, ver aquelas cenas me tocou muito.

Nesse dia eu escolhi ser nutricionista e mostrar para as pessoas que é possível ser feliz com a comida, principalmente que é possível comer de tudo e manter a saúde e o peso.

Ser feliz com a comida não significa que não passe por desafio, mas justamente por ter essa relação tranquila qualquer desafio que surja é muito mais fácil de resolver.

Algo que acho importante em ser feliz com a comida é ter como consequência ser feliz com a vida porque quando a relação com a comida é ruim, ela toma todo o tempo e energia que você tem. Ao passo que fica mais tranquilo, você começa a aproveitar melhor a vida!

Minha história com a comida

A minha história com a comida começa com os meus pais. A minha mãe se chama Edite e é uma mulher baiana que saiu da Bahia na procura de algo melhor.

O meu padrasto é mineiro e saiu de Minas Gerais ainda jovem a procura de algo melhor em São Paulo.

Mas mesmo eles estando longe do local de origem, algo nunca abandou eles que foi a cultura alimentar.

Meus pais cresceram numa época que comida na mesa era algo muito incerto, por isso cresci rodeada da mensagem que comida na mesa é sinal de que as coisas vão bem.

Os meus alimentos de infância são: pudim que minha mãe sempre fazia aos sábados quando chegava do trabalho, bacalhau com azeite de dendê que era típico do almoço da Sexta-feira Santa, frango caipira e purê para o almoço de domingo, feijão tropeiro e torresmo, doce de leite sempre que alguém vinha de Minas Gerais, sem falar do biscoito de polvilho e o queijo, couve nas preparações do dia a dia. Arroz, feijão, ovo e chuchu que era algo que meu padrasto sempre cozinhava.

Mais influência baiana e mineira do que isso impossível (risos).

Mas aos 15 anos me dei conta que a relação de liberdade e felicidade que havia construído com a comida não era a mesma para todo mundo. Foi vendo um vídeo num curso profissionalizante, sobre anorexia e cirurgia bariátrica que percebi o quanto a relação com a comida poderia ser bem desafiadora, ver aquelas cenas me tocou muito.

Nesse dia eu escolhi ser nutricionista e mostrar para as pessoas que é possível ser feliz com a comida, principalmente que é possível comer de tudo e manter a saúde e o peso.

Ser feliz com a comida não significa que não passe por desafio, mas justamente por ter essa relação tranquila qualquer desafio que surja é muito mais fácil de resolver.

Algo que acho importante em ser feliz com a comida é ter como consequência ser feliz com a vida porque quando a relação com a comida é ruim, ela toma todo o tempo e energia que você tem. Ao passo que fica mais tranquilo, você começa a aproveitar melhor a vida!

Contato

Como posso te ajudar?

Espero ter exposto de forma clara o que tenho a lhe oferecer, caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato comigo. Terei o maior prazer em lhe atender.

Nutricionista Joseane Bessa
CRN 3 51561

E-mail: unrtjisobiseas@gamli.cmo
WhatsApp: 11 93327-2619

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