Introdução

Todos os anos, muitas empresas enfrentam o mesmo desafio: escolher palestras para a SIPAT que despertem o interesse dos colaboradores e deixem um aprendizado que vá além daquele momento.

Por isso, as palestras precisam ter alguns requisitos para que a informação realmente se torne aprendizado e prática do dia a dia, assim alcançando o objetivo de reduzir o acidente no trabalho.

O verdadeiro objetivo da SIPAT

A SIPAT não existe apenas para cumprir uma exigência legal, ela pode ser uma oportunidade para fortalecer a cultura de prevenção, cuidado, promover saúde, incentivar o autocuidado e ampliar a consciência sobre segurança e bem-estar.

Cada pessoa tem uma ideia sobre o que é ser saudável e o que fazer para chegar lá, entretanto nem sempre essas ideias correspondem a uma vida saudável. E existe o comportamento automática que é quando a pessoa até que mudar, mas segue sempre o mesmo caminho e vive os efeitos na saúde.

A SIPAT pode ser esse momento de resgate para ajudar a pessoa a retomar o cuidado. E ajudar os colaboradores a perceberem que a empresa se preocupa com eles para além da produtividade.

O que faz uma palestra realmente gerar impacto?

Quando pensamos em palestra pensamos no impacto que ela vai trazer para os colaboradores, esse impacto pode ser uma reflexão, um movimento de mudança ou comentário entre os colegas.

E o impacto de longo prazo é ver os colaboradores mudando a forma de comer no dia a dia do trabalho.

Para que a palestra gere impacto é importante que o conteúdo seja relevante, ou seja, faça sentido para os colaboradores da sua empresa. Não adianta falar de prevenção de acidente em fábricas se sua empresa é um escritório de advocacia. Pense no que os seus colabores precisam no dia a dia e que realmente cuide da saúde deles.

E usar uma linguagem acessível para que todos compreendam e conseguiam se identificar para colocar aquela mudança na própria vida. E a ideia de mudança provocada precisa ser aplicável, imagine alguém que diz que para ser saudável é necessário fazer jejum por 20 horas ou precisa cozinhar tomar água com limão, curcuma etc. A formula mágica pode ser tentadora, mas dificilmente ela será aplicável e seus colaboradores podem sentir que é impossível ser saudável.

Por isso, nas minhas palestras eu gosto de trazer exemplos reais para que os ouvintes se reconheçam e possam ver que mudar é possível. Um ambiente acolhedor onde os colaboradores se sintam parte e possam se conectar com a palestra e palestrante. Veja o que representa da empresa que me contratou disse:  

"Escolhemos a Jose, por ser uma profissional especialista em transtornos alimentares, para conduzir uma roda de conversa sobre cultura da magreza e os impactos na saúde, alimentação e bem-estar. Jose expôs o conteúdo de uma forma clara e objetiva, e muito acolhedora, proporcionando um ambiente onde os participantes se sentiram confortáveis para compartilharem dúvidas e depoimentos com desafios e vitórias em suas trajetórias pessoais nessa temática tão delicada. O evento foi um sucesso e Jose ainda finalizou nos deixando com a reflexão de que comer é mais do que ingerir alimentos, reflete também nossa atitude e compromisso com os outros e nós mesmos!" 

Nádia, Cetrel.

Quando os colaboradores perguntam e até relatam vivências pessoais demonstram que a palestram cumpriu bem seu papel de sensibilizar para o tema escolhido e exemplificar o quanto aquela questão é seria e importante. Não necessariamente seus colaboradores precisam relatar suas vivências para que a palestra seja marcante, mas caso aconteça é um bom indicador.

Escolha temas que façam sentido para a realidade da empresa

Abaixo quero sugerir alguns temas que podem ser interessante para diferentes tipos de equipe e empresas:


	Saúde mental: um tema super importante onde as pessoas estão despertando para a importância de cuidar das emoções e da mente. Um currículo incrível e salário melhor ainda não garante paz. Desenvolver saúde mental é um aliado também na saúde física, muitas pessoas (mas muitas mesmo) usam a comida e bebida alcoólica como válvula de escape gerando um ciclo onde um problema leva a outra.
	Estresse: outro tema que quando não cuidado pode levar a explosões, tensões na equipe, ansiedade e depressão. Aqui o olhar é para a vida do colaborador como um todo e também para a própria empresa para que se possa criar uma dinâmica de trabalho que permita reduzir o nível de estresse para um nível mais saudável.
	Comportamento alimentar: o comportamento alimentar pode ser influenciado por diversos fatores, olhar para ele é colocar luz em várias questões ao mesmo tempo e ajudar o colaborador a superar uma grande barreira que é saber o que comer, mas mesmo assim não conseguir colocar em prática. Uma alimentação saudável e dentro da realidade de cada pessoa permite melhor saúde física, menos problemas digestivos, intestinais, menos sono depois do almoço e melhor saúde mental já que alguns nutrientes ajudam na saúde do cérebro.
	Qualidade do sono: o sono é muito afetado pelo ritmo em que vivemos, trabalhar até tarde, ficar horas no celular, assistir séries e vídeos a qualquer momento, rolar a tela da rede social, tomar energético. Quando a pessoa não tem insônia tem uma qualidade de sono não reparadora, ou seja, ela dorme mas acorda cansada. Isso significa que vários fatores podem influenciar no sono e é importante que o colaborar aprenda a cuidar do sono e consequentemente da sua produtividade.
	Ergonomia: esse é um tema que consideramos mais nas palestra e continua válido porque ficar muito tempo sentado, muito tempo em pé, digitar, movimentos repetitivos podem causar dores e afastamento do trabalho.
	Burnout: uma pessoa apaixonada pelo trabalho e pela empresa podem adoecer sem que a equipe perceba e uma liderança que pressiona e desrespeita os limites podem leva para o mesmo lugar. Não é suficiente chegar as metas, é preciso chegar bem e saudável.
	Imagem corporal: todos os dias pessoas ao se vestir para trabalhar, olhar no espelho, encontrar outras pessoas sentem uma vergonha do corpo e um medo imenso de serem julgadas, por conta disso podem evitar se relacionar e sair de casa. Isso quer dizer que muitos talentos da empresa podem estar comprometidos por conta da relação que a pessoa tem com seu corpo, é difícil você ser uma pessoa segura e confiante quando achar que o seu corpo é inadequado o tempo todo.
	Diversidade e respeito: Pertencimento é algo muito poderoso e pode fazer seus colaboradores sentirem que jogam num time e que estão juntos no mesmo propósito, isso trás harmonia e coerência. Entretanto, para isso acontecer é preciso que as pessoas se sintam parte e se vejam uns nos outros. Por isso, ter um quadro diverso e cuidar das questões que atinge cada grupo com respeito é muito importante para que esses colaboradores saibam que a empresa se importa de verdade e não está fazendo isso porque está na “moda”. Falar de pressão estética, racismo, machismo, lgbtfobia, relação que esses grupos tem com o próprio corpo e consequentemente com a comida é importantíssimo.


O erro de escolher apenas temas "tradicionais"

Escolher temas que se repentem anos após anos pode reduzir o engajamento dos colaboradores. Por isso, é importante pensar em temas que faça sentido para o ambiente de trabalho e realidade dos colaboradores.

Por exemplo, dentro de alimentação saudável é possível falar de comer emocional, flexibilidade no planejamento da rotina alimentar, culpa ao comer, mitos da alimentação.

Dentro de um tema é possível trazer vários outros temas que talvez seja mais presente no dia a dia dos colaboradores.

Como avaliar um palestrante

Hoje em dia já corremos nas redes sociais dos profissionais para saber como eles pensam, isso não está errado. É necessário escolher um profissional que esteja alinhado com os valores da empresa e propósito da palestra, considero um critério importantíssimo.

Além disso, sugiro que avalie a experiência prática, muitos profissionais estudam muito sobre um tema, mas não atuam em atendimentos e isso pode implicar na hora de falar da realidade. Porque uma coisa é estudar e outra é aplicar os estudos nos atendimentos lidando com realidades completamente diferentes.

O conhecimento técnico importa e muito, porque se você quer falar de comportamento alimentar ou de transtorno alimentar, por exemplo é melhor que contrate alguém que tenha estudado profundamente sobre isso, porque há particularidades nesse tema e em outros que só quem estudou sabe.

Outro ponto a se considerar é a capacidade de comunicar do palestrante ou da palestrante, didática e fala simples que se conectem com os colaboradores. Você pode avaliar isso em vídeos no Instagram.

Você precisa avaliar se o conteúdo divulgado por essa pessoa é baseado em evidências. O conteúdo precisa ser adaptado ao público, onde todos que estejam presentes sejam capazes de compreender e refletir.

Por que comportamento alimentar é um tema relevante para a SIPAT?

Olha não é querendo puxar sardinha para mim, mas já puxando (risos) falar sobre comportamento alimentar é algo super em alta e que consegue abarcar vários temas correlacionados. E falar sobre alimentação é cuidar da saúde mental e saúde física ao mesmo tempo.

A alimentação está relacionada com o estresse tanto de usar a comida para lidar com o estresse ou o estresse influenciar na rotina alimentar.

Costuma estar relacionada a saúde mental por conta de uma relação difícil com a comida que provoca culpa ao comer, medo de engordar, medo de comer, vergonha do corpo, comer quando está triste, com ansiedade ou outro emoções difíceis.

Quem não come bem também tem dificuldade para ter energia, concentração e bem-estar. A comida é como fosse a gasolina do nosso corpo, logo quando a qualidade ou quantidade está diminuída pode afetar o funcionamento desse corpo.

E por fim, falar de comida é falar de hábito, rotina e organização. E ajudar a organizar a rotina também ajuda a organizar outras áreas da vida também.

Perguntas que vale fazer antes de contratar uma palestra

Para que a palestra realmente tenha o impacto esperado eu gosto de fazer um briefing. O briefing precisa ter a idade dos colaboradores, gênero (a maioria do que estará presente), o porquê do tema da palestra, se há espaço para dinâmicas ou perguntas, nível de instrução dos colaboradores e o nível de contato com o tema. 

É importantíssimo que a palestra seja baseada em evidências científicas. Na nutrição, principalmente, tem muitos conceitos difundidos que não são um consenso científico. Por exemplo, muita gente acredita que vinagre ou suco Detox faz perder peso e isso não é verdade, assim como Jejum intermitente não tem uma estratégia de emagrecimento tão superior às demais no longo prazo.

É importante combinar com a palestrante ou o palestrante sobre os aprendizados que você deseja que os colaboradores levem para sua rotina. Por exemplo, em uma das minhas palestra a contratante gostaria que os colaboradores não comentassem do peso um dos outros e isso foi feito frisado em vários momentos da palestra.

Temas que podem enriquecer uma programação de SIPAT

Conforme fui explicando ao longo do texto é possível inovar nos temas trazidos para semana da SIPAT e deixo algumas sugestões aqui:


	Comportamento alimentar no trabalho
	Comer emocional e estresse
	Alimentação e saúde mental
	Cultura da magreza
	Imagem corporal
	Hábitos sustentáveis
	Autocuidado sem culpa


Conclusão

Uma boa palestra é aquela que provoca conversas entre os colegas, pequenas mudanças no cotidiano e na forma como a empresa passa a olhar a saúde dos colaboradores Retome a ideia principal.

É possível trazer temas diferentes e atuais que envolvam os colaboradores e os despertem para sua necessidade de se cuidar.

Se você identificou que precisa abordar o tema do comportamento alimentar e os temas relacionados da semana da SIPAT na sua empresa, me envie um whatsapp para conversarmos e elaborar uma palestra dentro da sua necessidade.

Como escolher uma palestra para SIPAT que realmente gere impacto

Introdução

Todos os anos, muitas empresas enfrentam o mesmo desafio: escolher palestras para a SIPAT que despertem o interesse dos colaboradores e deixem um aprendizado que vá além daquele momento.

Por isso, as palestras precisam ter alguns requisitos para que a informação realmente se torne aprendizado e prática do dia a dia, assim alcançando o objetivo de reduzir o acidente no trabalho.

O verdadeiro objetivo da SIPAT

A SIPAT não existe apenas para cumprir uma exigência legal, ela pode ser uma oportunidade para fortalecer a cultura de prevenção, cuidado, promover saúde, incentivar o autocuidado e ampliar a consciência sobre segurança e bem-estar.

Cada pessoa tem uma ideia sobre o que é ser saudável e o que fazer para chegar lá, entretanto nem sempre essas ideias correspondem a uma vida saudável. E existe o comportamento automática que é quando a pessoa até que mudar, mas segue sempre o mesmo caminho e vive os efeitos na saúde.

A SIPAT pode ser esse momento de resgate para ajudar a pessoa a retomar o cuidado. E ajudar os colaboradores a perceberem que a empresa se preocupa com eles para além da produtividade.

O que faz uma palestra realmente gerar impacto?

Quando pensamos em palestra pensamos no impacto que ela vai trazer para os colaboradores, esse impacto pode ser uma reflexão, um movimento de mudança ou comentário entre os colegas.

E o impacto de longo prazo é ver os colaboradores mudando a forma de comer no dia a dia do trabalho.

Para que a palestra gere impacto é importante que o conteúdo seja relevante, ou seja, faça sentido para os colaboradores da sua empresa. Não adianta falar de prevenção de acidente em fábricas se sua empresa é um escritório de advocacia. Pense no que os seus colabores precisam no dia a dia e que realmente cuide da saúde deles.

E usar uma linguagem acessível para que todos compreendam e conseguiam se identificar para colocar aquela mudança na própria vida. E a ideia de mudança provocada precisa ser aplicável, imagine alguém que diz que para ser saudável é necessário fazer jejum por 20 horas ou precisa cozinhar tomar água com limão, curcuma etc. A formula mágica pode ser tentadora, mas dificilmente ela será aplicável e seus colaboradores podem sentir que é impossível ser saudável.

Por isso, nas minhas palestras eu gosto de trazer exemplos reais para que os ouvintes se reconheçam e possam ver que mudar é possível. Um ambiente acolhedor onde os colaboradores se sintam parte e possam se conectar com a palestra e palestrante. Veja o que representa da empresa que me contratou disse:  

"Escolhemos a Jose, por ser uma profissional especialista em transtornos alimentares, para conduzir uma roda de conversa sobre cultura da magreza e os impactos na saúde, alimentação e bem-estar. Jose expôs o conteúdo de uma forma clara e objetiva, e muito acolhedora, proporcionando um ambiente onde os participantes se sentiram confortáveis para compartilharem dúvidas e depoimentos com desafios e vitórias em suas trajetórias pessoais nessa temática tão delicada. O evento foi um sucesso e Jose ainda finalizou nos deixando com a reflexão de que comer é mais do que ingerir alimentos, reflete também nossa atitude e compromisso com os outros e nós mesmos!" 

Nádia, Cetrel.

Quando os colaboradores perguntam e até relatam vivências pessoais demonstram que a palestram cumpriu bem seu papel de sensibilizar para o tema escolhido e exemplificar o quanto aquela questão é seria e importante. Não necessariamente seus colaboradores precisam relatar suas vivências para que a palestra seja marcante, mas caso aconteça é um bom indicador.

Escolha temas que façam sentido para a realidade da empresa

Abaixo quero sugerir alguns temas que podem ser interessante para diferentes tipos de equipe e empresas:

  1. Saúde mental: um tema super importante onde as pessoas estão despertando para a importância de cuidar das emoções e da mente. Um currículo incrível e salário melhor ainda não garante paz. Desenvolver saúde mental é um aliado também na saúde física, muitas pessoas (mas muitas mesmo) usam a comida e bebida alcoólica como válvula de escape gerando um ciclo onde um problema leva a outra.
  2. Estresse: outro tema que quando não cuidado pode levar a explosões, tensões na equipe, ansiedade e depressão. Aqui o olhar é para a vida do colaborador como um todo e também para a própria empresa para que se possa criar uma dinâmica de trabalho que permita reduzir o nível de estresse para um nível mais saudável.
  3. Comportamento alimentar: o comportamento alimentar pode ser influenciado por diversos fatores, olhar para ele é colocar luz em várias questões ao mesmo tempo e ajudar o colaborador a superar uma grande barreira que é saber o que comer, mas mesmo assim não conseguir colocar em prática. Uma alimentação saudável e dentro da realidade de cada pessoa permite melhor saúde física, menos problemas digestivos, intestinais, menos sono depois do almoço e melhor saúde mental já que alguns nutrientes ajudam na saúde do cérebro.
  4. Qualidade do sono: o sono é muito afetado pelo ritmo em que vivemos, trabalhar até tarde, ficar horas no celular, assistir séries e vídeos a qualquer momento, rolar a tela da rede social, tomar energético. Quando a pessoa não tem insônia tem uma qualidade de sono não reparadora, ou seja, ela dorme mas acorda cansada. Isso significa que vários fatores podem influenciar no sono e é importante que o colaborar aprenda a cuidar do sono e consequentemente da sua produtividade.
  5. Ergonomia: esse é um tema que consideramos mais nas palestra e continua válido porque ficar muito tempo sentado, muito tempo em pé, digitar, movimentos repetitivos podem causar dores e afastamento do trabalho.
  6. Burnout: uma pessoa apaixonada pelo trabalho e pela empresa podem adoecer sem que a equipe perceba e uma liderança que pressiona e desrespeita os limites podem leva para o mesmo lugar. Não é suficiente chegar as metas, é preciso chegar bem e saudável.
  7. Imagem corporal: todos os dias pessoas ao se vestir para trabalhar, olhar no espelho, encontrar outras pessoas sentem uma vergonha do corpo e um medo imenso de serem julgadas, por conta disso podem evitar se relacionar e sair de casa. Isso quer dizer que muitos talentos da empresa podem estar comprometidos por conta da relação que a pessoa tem com seu corpo, é difícil você ser uma pessoa segura e confiante quando achar que o seu corpo é inadequado o tempo todo.
  8. Diversidade e respeito: Pertencimento é algo muito poderoso e pode fazer seus colaboradores sentirem que jogam num time e que estão juntos no mesmo propósito, isso trás harmonia e coerência. Entretanto, para isso acontecer é preciso que as pessoas se sintam parte e se vejam uns nos outros. Por isso, ter um quadro diverso e cuidar das questões que atinge cada grupo com respeito é muito importante para que esses colaboradores saibam que a empresa se importa de verdade e não está fazendo isso porque está na “moda”. Falar de pressão estética, racismo, machismo, lgbtfobia, relação que esses grupos tem com o próprio corpo e consequentemente com a comida é importantíssimo.

O erro de escolher apenas temas "tradicionais"

Escolher temas que se repentem anos após anos pode reduzir o engajamento dos colaboradores. Por isso, é importante pensar em temas que faça sentido para o ambiente de trabalho e realidade dos colaboradores.

Por exemplo, dentro de alimentação saudável é possível falar de comer emocional, flexibilidade no planejamento da rotina alimentar, culpa ao comer, mitos da alimentação.

Dentro de um tema é possível trazer vários outros temas que talvez seja mais presente no dia a dia dos colaboradores.

Como avaliar um palestrante

Hoje em dia já corremos nas redes sociais dos profissionais para saber como eles pensam, isso não está errado. É necessário escolher um profissional que esteja alinhado com os valores da empresa e propósito da palestra, considero um critério importantíssimo.

Além disso, sugiro que avalie a experiência prática, muitos profissionais estudam muito sobre um tema, mas não atuam em atendimentos e isso pode implicar na hora de falar da realidade. Porque uma coisa é estudar e outra é aplicar os estudos nos atendimentos lidando com realidades completamente diferentes.

O conhecimento técnico importa e muito, porque se você quer falar de comportamento alimentar ou de transtorno alimentar, por exemplo é melhor que contrate alguém que tenha estudado profundamente sobre isso, porque há particularidades nesse tema e em outros que só quem estudou sabe.

Outro ponto a se considerar é a capacidade de comunicar do palestrante ou da palestrante, didática e fala simples que se conectem com os colaboradores. Você pode avaliar isso em vídeos no Instagram.

Você precisa avaliar se o conteúdo divulgado por essa pessoa é baseado em evidências. O conteúdo precisa ser adaptado ao público, onde todos que estejam presentes sejam capazes de compreender e refletir.

Por que comportamento alimentar é um tema relevante para a SIPAT?

Olha não é querendo puxar sardinha para mim, mas já puxando (risos) falar sobre comportamento alimentar é algo super em alta e que consegue abarcar vários temas correlacionados. E falar sobre alimentação é cuidar da saúde mental e saúde física ao mesmo tempo.

A alimentação está relacionada com o estresse tanto de usar a comida para lidar com o estresse ou o estresse influenciar na rotina alimentar.

Costuma estar relacionada a saúde mental por conta de uma relação difícil com a comida que provoca culpa ao comer, medo de engordar, medo de comer, vergonha do corpo, comer quando está triste, com ansiedade ou outro emoções difíceis.

Quem não come bem também tem dificuldade para ter energia, concentração e bem-estar. A comida é como fosse a gasolina do nosso corpo, logo quando a qualidade ou quantidade está diminuída pode afetar o funcionamento desse corpo.

E por fim, falar de comida é falar de hábito, rotina e organização. E ajudar a organizar a rotina também ajuda a organizar outras áreas da vida também.

Perguntas que vale fazer antes de contratar uma palestra

Para que a palestra realmente tenha o impacto esperado eu gosto de fazer um briefing. O briefing precisa ter a idade dos colaboradores, gênero (a maioria do que estará presente), o porquê do tema da palestra, se há espaço para dinâmicas ou perguntas, nível de instrução dos colaboradores e o nível de contato com o tema. 

É importantíssimo que a palestra seja baseada em evidências científicas. Na nutrição, principalmente, tem muitos conceitos difundidos que não são um consenso científico. Por exemplo, muita gente acredita que vinagre ou suco Detox faz perder peso e isso não é verdade, assim como Jejum intermitente não tem uma estratégia de emagrecimento tão superior às demais no longo prazo.

É importante combinar com a palestrante ou o palestrante sobre os aprendizados que você deseja que os colaboradores levem para sua rotina. Por exemplo, em uma das minhas palestra a contratante gostaria que os colaboradores não comentassem do peso um dos outros e isso foi feito frisado em vários momentos da palestra.

Temas que podem enriquecer uma programação de SIPAT

Conforme fui explicando ao longo do texto é possível inovar nos temas trazidos para semana da SIPAT e deixo algumas sugestões aqui:

  1. Comportamento alimentar no trabalho
  2. Comer emocional e estresse
  3. Alimentação e saúde mental
  4. Cultura da magreza
  5. Imagem corporal
  6. Hábitos sustentáveis
  7. Autocuidado sem culpa

Conclusão

Uma boa palestra é aquela que provoca conversas entre os colegas, pequenas mudanças no cotidiano e na forma como a empresa passa a olhar a saúde dos colaboradores Retome a ideia principal.

É possível trazer temas diferentes e atuais que envolvam os colaboradores e os despertem para sua necessidade de se cuidar.

Se você identificou que precisa abordar o tema do comportamento alimentar e os temas relacionados da semana da SIPAT na sua empresa, me envie um whatsapp para conversarmos e elaborar uma palestra dentro da sua necessidade.

Contato

Como posso te ajudar?

Espero ter exposto de forma clara o que tenho a lhe oferecer, caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato comigo. Terei o maior prazer em lhe atender.

Nutricionista Joseane Bessa
CRN 3 51561

E-mail: unrtjisobiseas@gamli.cmo
WhatsApp: 11 93327-2619

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